Sobre o RideWise

Uma moto tem mais história do que cabe na memória.

O RideWise existe para guardar essa história — e para devolvê-la no momento em que ela importa: na hora de decidir o próximo serviço, de entender um custo ou de explicar a alguém o que essa moto já viveu.

Não somos uma empresa de software que escolheu motos como mercado. Somos um produto construído em cima de uma convicção específica sobre como uma moto é usada e cuidada no Brasil.

Por que existimos

A informação da sua moto está espalhada — e é por isso que ela desaparece.

Pense em onde está hoje o que se sabe sobre a sua moto:

  • Na sua memóriaque funciona bem até a terceira troca de óleo.
  • Em notas do celularescritas com pressa, sem a quilometragem.
  • No WhatsAppnuma conversa com a oficina, seis meses atrás.
  • Na oficinaque sabe o que fez, mas não o que os outros fizeram.
  • Em documentosguardados em outro lugar, com outra data.
  • Em apps genéricosque tratam a moto como um veículo qualquer.

Nenhum desses lugares está errado. O problema é que juntos eles não formam nada: o que se sabe existe em pedaços, e pedaço não responde pergunta.

Perguntas simples que ficam sem resposta

  • Quando foi a última manutenção — e com quantos quilômetros?
  • Quanto essa moto consome de verdade, no meu uso?
  • Quanto ela custou nos últimos doze meses?
  • Qual peça foi trocada, e há quanto tempo?
  • Quando ela precisa voltar à oficina?
  • O que já aconteceu com essa moto antes de mim?

O RideWise nasce para dar continuidade a essa história. Não para criar mais um lugar onde anotar coisas, mas para que o que foi anotado continue servindo depois.

A convicção

Moto não é carro pequeno.

Essa frase é a razão de o RideWise ser um produto próprio, e não um módulo dentro de um app de veículos. Ela tem consequência prática em cada decisão de produto que tomamos.

A manutenção tem outro relógio

Corrente, relação, pneu e filtro respondem a quilometragem, tempo e tipo de uso ao mesmo tempo, e quase nunca a um só desses. Um campo de “próxima revisão” com uma data não descreve isso.

A rotina é mais curta e mais frequente

Quem usa moto todo dia convive com cuidados semanais, não com uma visita anual à concessionária. O software precisa caber nessa frequência sem virar tarefa.

O custo se acumula em valores pequenos

Raramente há uma despesa grande. Há muitas médias, espalhadas no ano, que só aparecem quando alguém soma. Quem não soma acha que a moto é mais barata do que é.

O uso muda tudo

A mesma quilometragem cobra preços diferentes em trânsito, estrada, chuva ou terra. Tratar quilômetro como unidade única é ignorar metade do que aconteceu.

A relação com a oficina é contínua

Não é um evento isolado de garantia: é uma conversa que se repete, muitas vezes com a mesma pessoa, sobre a mesma moto, ao longo de anos.

O histórico é parte do valor

Numa moto usada, o que foi feito e quando pesa na conversa de venda tanto quanto o estado aparente. E isso só existe se alguém tiver registrado.

Ferramentas genéricas não erram por descuido — elas erram porque foram desenhadas para outro objeto. O software que acompanha uma moto precisa entender a rotina dela. É esse o nosso trabalho.

A ideia central

A moto tem história. Ela só não tem onde ficar.

Toda moto acumula uma trajetória, quer alguém registre ou não. A diferença é se ela pode ser consultada depois.

  • Quilometragem, que avança e nunca volta.
  • Serviços, com data, quilometragem e custo.
  • Peças trocadas — e as que ficaram para a próxima.
  • Abastecimentos, que juntos revelam o consumo real.
  • Custos, que só significam algo quando somados.
  • Viagens, que explicam por que um mês fugiu do padrão.
  • Documentos, com prazos próprios.
  • Oficinas que passaram por ela.
  • Decisões — o que foi adiado, o que foi trocado antes do tempo, o que foi corrigido.

Nossa proposta é simples de dizer e difícil de fazer bem: transformar isso num histórico organizado, que pertence à moto e acompanha quem cuida dela. Não é um banco de dados universal de motocicletas, nem um registro público. É o histórico da sua moto, construído pelos registros que você faz.

O ecossistema

Motociclista e oficina trabalham sobre a mesma história.

Essa é a parte da visão que consideramos mais importante — e a que quase nenhuma ferramenta tenta resolver. Quem pilota e quem conserta olham a mesma moto de lados opostos do balcão, cada um com metade da informação.

  1. Motociclista
  2. Moto
  3. Histórico
  4. Oficina
  1. Motociclista

    Pede um diagnóstico pelo app, já com o histórico da moto anexado.

  2. Oficina

    Recebe o pedido com contexto e envia o orçamento.

  3. Motociclista

    Aprova o orçamento e agenda o serviço.

  4. Oficina

    Executa, fecha a ordem de serviço e devolve o relatório final.

O que muda com isso não é a velocidade do atendimento: é o ponto de partida. A oficina começa sabendo o que já foi feito, em vez de perguntar; o motociclista termina com o serviço registrado no histórico, em vez de com um papel que vai se perder. O histórico é compartilhado pelo cliente — quem decide o que a oficina vê é o dono da moto.

Como pensamos o produto

Cinco decisões que já estão no que construímos.

Não são valores de parede. São critérios que usamos para decidir o que entra e, principalmente, o que não entra.

  1. Informação útil, não dado por dado

    Um campo só existe se a resposta dele mudar alguma decisão. Registrar por registrar cria trabalho para o usuário e nenhum benefício — e é o motivo mais comum de alguém abandonar esse tipo de app na segunda semana.

  2. Histórico antes de memória

    Se a informação depende de alguém lembrar, ela vai falhar. O produto assume o contrário: o que foi registrado uma vez precisa reaparecer sozinho no momento em que faz diferença.

  3. A moto vem primeiro

    A lógica do produto começa na moto, não numa planilha de lançamentos. Cada registro pertence a uma moto, e é por isso que consumo, custo por quilômetro e próximo serviço fazem sentido — eles têm um objeto de referência.

  4. Tecnologia sem virar operador de sistema

    Ninguém compra uma moto para preencher formulário. O produto roda no navegador do celular, sem instalação, e um registro precisa caber no tempo de quem está no posto ou saindo da oficina.

  5. Produto para os dois lados

    Construir só para o motociclista deixaria a informação incompleta; construir só para a oficina deixaria a moto sem dono da história. É por isso que existem os dois lados, e por isso o histórico é o que liga um ao outro.

O que estamos construindo

Duas frentes, um histórico.

RideWise para motociclistas

Registro de manutenções, abastecimentos, despesas, documentos e viagens, com alertas que acompanham quilometragem e tempo, consumo calculado a partir dos abastecimentos e o histórico da moto reunido num lugar. Roda no navegador do celular ou do computador, e tem um plano gratuito para quem quer começar com uma moto.

Ver o produto funcionando

RideWise para oficinas

Um portal para receber pedidos, enviar orçamentos, abrir ordens de serviço depois da aprovação e acompanhar agenda, pátio e clientes — com o histórico que o cliente compartilha, para o próximo atendimento começar de onde o último parou.

RideWise para oficinas
Motociclista rodando à noite, em movimento
O produto existe para o tempo que não é passado dentro dele.

O produto continua evoluindo, e preferimos não anunciar o que ainda não está de pé. O que está descrito aqui é o que já funciona hoje.

Se você cuida de uma moto, o RideWise foi feito para você.

Cadastre a moto, registre o próximo cuidado e deixe o histórico se formar a partir do uso. O plano gratuito serve para isso.